quarta-feira, 11 de junho de 2008
estrutura social em rede_
Interessante a matéria “Rede: uma alternativa de organização”, por Francisco Withaker. Aqui um excerto com a sua definição de uma “estrutura social em rede”:
"(...) corresponde também ao que o seu próprio nome indica: seus integrantes se ligam horizontalmente a todos os demais, diretamente ou através dos que o cercam. O conjunto resultante é como uma malha de múltiplos fios, que pode se espalhar indefinidamente para todos os lados, sem que nenhum dos seus nós possa ser considerado principal ou central, nem representante dos demais. Não há um 'chefe', o que há é uma vontade coletiva de realizar determinado objetivo.”
portais corporativos_
quinta-feira, 5 de junho de 2008
o ser humano virtual_
Resultado de bons papos com colegas de trabalho na semana passada, hoje voltei do trabalho pensando nessa coisa dos universos virtuais. Ao parar no meu andar disse o habitual boa noite para minha vizinha, ilustre desconhecida e a uma parede de distância de mim. Mas ao me sintonizar em algumas grandes obras da música clássica (sim, roqueiro também gosta disso) mergulhei em um universo de séculos atrás e pude estabelecer, no espaço das emoções e dos pensamentos, uma conexão bem mais sólida. As pessoas de pé à minha volta, no metrô, estão mais distantes de mim, em um espaço afetivo, do que meus pais, que moram a 400Km daqui.
Esses espaços afetivos, estéticos, sociais e históricos transcendem o físico e o geométrico. Bom, até aqui não falei nada sobre tecnologias de ponta né? Talvez porque o ser humano possa ser entendido naturalmente e historicamente não somente como real, mas também como virtual. Afinal não somos virtuais quando sonhamos ou quando tomamos aquele pileque e nos sentimos as pessoas mais lindas do mundo (aiai...)?
Penso que as tecnologias exponenciam essas experiências. Mas ainda fico apreensivo com a forma e a intensidade que as utilizamos para nos virtualizar de tal maneira que podemos passar a rejeitar o real, em algum nível de exagero. Já me peguei fazendo isso (sim, sou meu maior crítico) e já vi pessoas radicalizando a ponto de eu não conseguir mais vê-las pessoalmente há meses (embora algumas morem "fisicamente" muito perto daqui) embora sempre estejam disponíveis para papos no msn. Uma espécie de "Pink Floyd The Wall" moderninho. Acho que devemos saber modificar e administrar os espaços em que vivemos, a conectá-los, a separá-los, a articulá-los, a pular de um espaço a outro, sem radicalismos.
Enfim, não adianta. Que venham as tecnologias e as novas virtualizações, ainda não dispenso um choppinho no bar com meus bons amigos, tudo físico.
joomla!_

Algumas características:
- O software é gratuito (licença GPL)
- Grande quantidade de templates desenvolvidos pelas comunidades
- Controle de acesso por perfis (editores, visititantes, administradores etc)
- Inserção (editor em WYSIWYG), edição, agendamento da publicação e pesquisa de conteúdos intuitivos a partir do backend e do frontend
- Funcionalidades Web 2.0 incorporadas (sumários dos textos em RSS, área de comentários e de votação de conteúdos, enquetes etc)
- Extensões e módulos desenvolvidos por comunidades de prática permitem a incorporação de recursos como gerenciamento de comunidades, galeria de imagens, de rádios, de televisões, de "slideshows", de integração e ligação ao Skype, ao MSN, entre outros.
Nos meus trabalhos uso muito esse ambiente para o desenvolvimento de portais corporativos com foco em Gestão do Conhecimento. Show!
Site oficial: www.joomla.org/
domingo, 1 de junho de 2008
tentando definir Web 2.0_
Em um post em seu blog, em 2006, "Web 2.0 Compact Definition: trying again", Tim O´Reilly propôs uma definição compacta da nova internet:
"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e o entendimento das regras para obter o sucesso nesta nova plataforma. Entre outras palavras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos da rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a Inteligência Coletiva."
rafinha 2.0_
Nada como iniciar o blog com um vídeo brasileiro que contextualiza e conceitua tão bem a efervecência da nossa sociedade global!
"Se você ainda não tinha entendido o que estava acontecendo, ou queria resumir tudo pra alguém, aqui está um ótimo vídeo criado por Gustavo Donda e a equipe da TV1, apresentado na 1ª Conferência Web 2.0 sobre a revolução da comunicação e na economia causada pelas mudanças tecnológicas."
Rafinha, esse é o cara!

